Eu nunca havia tido um relacionamento antes. Mas nunca pensei que o meu primeiro e único relacionamento me levaria àquelas margens. Eu, apenas um ser humano frágil, na mira de uma criatura como aquela. Jamais me defenderia bem daquele monstro. Incapaz de sair ilesa, meu coração martelava em meu peito cada vez mais intensamente. Em minha pele quente, o suor resvalava congelado. Minha decisão teria que ser tomada o mais rápido possível. Eu sabia que ELE seria o único que daria a vida por mim, mas me recusei a isso. Mesmo assim, sua posição de ataque era a meu favor. E era para mim e para ele questão de vida ou morte. A íris roxa ainda me encarava. Suas unhas cravadas na terra úmida do solo tenro. Sabia que com elas podia dilacerar-me em frações de segundo. Só aguardava…
Já eram quase dez horas da noite, e eu sabia que dali a alguns minutos Henry iria ver se eu estava me aprontando pra dormir. Segundo ele, eu devia estar descansada para o dia seguinte para a nossa viagem a Cananéia, no Estado de São Paulo.
- Luiza… – disse uma voz rouca e falhada – Procure dormir. Amanhã será um dia muito cansativo, e eu não vou querer ninguém de mau humor. – disse Henry em um tom de autoridade.
- Não estou com sono, vou esperar mais um pouco… – retruquei revirando os olhos.
- Nada disso! A senhorita vai pra cama, e é agora mesmo! – outra voz interrompeu. Uma voz doce, feminina e bem agradável, que, apesar disso, me irritava profundamente naquele momento. Era a voz de minha mãe também com autoridade, só que de um modo menos intimidador.
- Está bem… – eu disse de má vontade, indo em direção ao meu armário pra pegar meu pijama e a minha pantufa de coelho. – Vou dormir, mas para isso preciso de um pouco de privacidade aqui no meu quarto, não acham?-franzi a testa e fiz uma cara carrancuda.
- Esta bem, querida. Já estamos indo. Boa noite… – disse minha mãe com um bocejo quase saindo de sua boca.
Então pus o meu pijama, fui até o banheiro, escovei os dentes e deitei-me na cama. Confesso que foi muito difícil pegar no sono. Eu não tinha nada na cabeça, e me surpreendeu o fato de que não estava tão ansiosa para a viagem do dia seguinte.
Fiquei por um bom tempo olhando para as coisas que tinham no meu quarto. Vi primeiro a minha porta, onde estava pendurado um pequeno quadro que citava as regras do quarto: coisas como apagar as luzes, guardar o tênis e o chinelo, pendurar a toalha, não comer na cama, arrumar a gaveta, entre outras que eu raramente seguia. Depois de terminar de examinar o pequeno quadro cor-de-rosa, meus olhos foram se dirigindo pela escuridão do meu quarto até a minha escrivaninha, onde estava o meu computador. Meus cadernos estavam esparramados ao lado, em um pequeno banquinho, e um deles estava caído no chão. Depois, comecei a olhar as estantes na minha parede, cheias de livros de contos, sagas e crônicas. Havia três que eu adorava ler. Faziam parte de uma sequência só, de uma história dividida em vários episódios. Depois de ficar muito tempo imersa em meus pensamentos me lembrando de cada parte daqueles livros, peguei no sono.
Dormi profundamente, e só acordei quando o sol invadiu a janela do meu quarto no dia seguinte. Alguém bateu na porta de leve. Eu não respondi.
- Bom dia, querida! Já era pra você ter acordado há uma hora atrás. Vai precisar se apressar, ou então vamos perder o avião! E, definitivamente, não vou gostar nada disso. – disse minha mãe com um tom de voz baixo e doce, embora eu soubesse que ela estava com os nervos à flor da pele, como ficava toda vez em que iamos viajar.
Levantei da cama sem dizer nada, fui até o banheiro e penteei o meu cabelo desgrenhado, e tão preto, que o reflexo da luz nele era quase azul. Depois de arrumar pela centésima vez o meu ninho de barata, troquei de roupa e desci.
Até que enfim, hein! – disse Henry arfando com impaciência – Nunca vi alguém demorar tanto pra se arrumar!
Me dirigi até a cozinha sem dar um pio, e nem me dei ao trabalho de olhar na cara dele ou prestar atenção em qualquer uma de suas reclamações. Muito pelo contrário, decidi pular a parte do bom dia para o ser patético que ficou parado na beira da escada e fui direto para o abraço de minha mãe – Flávia é a melhor mãe do mundo, eu a amo e faria qualquer coisa por ela, Henry é o meu pai, e eu costumava detestá-lo por ter nos abandonado quando eu tinha apenas dois anos. E quando voltou, há um ano, minha mãe o recebeu de braços abertos, como se ele só tivesse ido dar uma volta na esquina.
- Bom dia! – ela me recebeu com um sorriso caloroso.
- Bom dia mãe… – falei ainda caindo de sono. – como passou a noite? – perguntei, tentando dar um sorrisinho, mas acho que não convenci.
- Ótima, a não ser pelos roncos do seu pai, que me acordavam de meia em meia hora – ela disse tentando provocá-lo.
- Ele não é meu pai… – grunhi baixo para que ele não ouvisse.
E você, meu bem, dormiu rápido àquela hora? – perguntou minha mãe ignorando o meu ataquezinho de nervos.
- Sim, claro. Em menos de meio minuto – menti.
- Então podemos ir agora? – disse a voz rouca de Henry ainda impaciente - Se nós perdermos o avião, a culpa vai ser de vocês duas.
- Sim, meu bem! Podemos tomar café naquela padaria que você adora. – minha mãe parecia mais animada do que nós dois juntos.
Entramos no carro. Minha mãe no banco do motorista, Henry no banco do carona e eu no banco traseiro.
- Mãe, você é que vai dirigir hoje? – perguntei num tom desconfiado.
- É, meu bem, seu pai está muito cansado para dirigir hoje. Vou dar uma trégua a ele.
- Não é justo! – eu disse – Henry não é o cabeça da casa? Tem que agüentar o tranco! – dessa vez minha voz tomava um rumo de deboche. Normalmente eu não o chamava de pai, nem mesmo quando estava na frente dele e da minha mãe.
- Menina, não comece! – Henry retrucou já com os nervos à flor da pele. Percebi que seu rosto ficara vermelho de raiva. E isso meio que me divertiu.
- Ai vocês! Pelo amor de Deus, tentem se dar bem, senão eu largo os dois no meio do caminho, e volto pra casa sozinha! – Minha mãe disse quase perdendo a paciência com nós dois, mas respirou fundo e se controlou. Ela odiava o fato de eu não me dar bem com ele, mas na verdade eu tinha motivos pra isso, e não estava disposta a abrir mão deles e me reconciliar.
Fomos à padaria e, de uma hora para outra, minha mãe ficou com uma pressa inexplicável. Ela me fez engolir meu suco de laranja e quase molhar toda a minha blusa branca que eu adorava. Depois pegou um papel e começou a embrulhar meu sanduiche, dizendo que eu era muito lerda pra comer.
Na hora de ir embora, saiu correndo pra abrir o carro e acelerou antes que eu fechasse a minha porta.
- Mãe! Tá maluca? Voce ia me deixar aqui? Porque toda essa pressa?
- Luiza, eu me lembrei de ter lido sobre uma liquidação em uma das lojas do aeroporto, e tinha um vestido que eu adorei na foto. Quero ver se acho ele.
- Ah não, Flávia, não dá tempo de fazer compras. O nosso voo esta marcado para as três. - Henry reclamou.
- Ué, meu bem, é por isso que estou correndo – Ela disse com um sorriso de orelha a orelha e acelerou mais ainda.
Eu era igualzinha a minha mãe. Quando cismava com alguma coisa, não tinha quem me tirasse aquilo da cabeça.
Enquanto saia do carro, pegando as minhas malas que mal aguentava o peso, lembrei que nunca havia viajado de avião, e, finalmente, caiu a ficha. Meu estômago começou a revirar dentro do meu corpo. Comecei a me sentir enjoada e o sangue pareceu fugir de meu rosto. Tentei disfarçar a minha náusea mas sem sucesso.
Filha, está tudo bem? – disse minha mãe, em um tom preocupado.
- Estou ótima mãe, é só o nervoso por causa do voo – eu disse quase desmaiando só de pensar na altura – Eu vou ficar bem. – menti
Mas, antes que eu terminasse, minha mãe havia sumido. Então olhei para o lado e lá estava ela correndo igual uma louca em direção á loja de roupas. Henry estava andando depressa atrás dela, e eu os segui.
- Ai, meu Deus, essa não pode ser minha mãe…- murmurei para mim mesma procurando um buraco onde eu pudesse enfiar a cabeça.
Entrei na loja. A parede era de um azul bebê e o cheiro era de um incenso fraco. Haviam cabides e mais cabides preenchendo os espaços da loja. Minha mãe se afundava em cada uma das araras de roupas tentando achar uma que lhe agradasse. Em menos de cinco minutos, ela já tinha quase metade da loja nos braços.
- Mãe, manera aí…não vai levar a loja toda! – reclamei .
Minha mãe me fitou com um olhar de falsa reprovação.
- Luiza…minha filha! Onde foi que eu errei com você? Não te ensinei a ser uma consumidora frenética direito? O que posso fazer para te convencer a gastar?- ela tirou um sarro.
- Mãe, eu sei gastar! Só não gosto de exagerar!- rebati
- Então me prove que sabe gastar, pegue todas as roupas que você gostar.- minha mãe disse, enchendo seus braços com mais roupas.
Saímos da loja com umas três sacolas. Era tanta roupa que não cabia tudo em uma sacola só.
O nosso voo atrasou quase três horas. Nós saímos de casa às dez da manhã e chegamos no aeroporto mais ou menos a uma hora da tarde. O voo havia sido marcado para três horas e nós só saímos às seis. Flávia ficou reclamando o tempo todo de como ela queria chegar cedo na casa da minha avó para poder ver o sol se por.
- Mãe, você ainda vai poder ver o por do sol na casa da vovó. – disse tentando fazê-la se acalmar.
Dentro do avião, eu via o aeroporto se distanciar cada vez mais e ficar cada vez menor.
Estávamos indo para Cananéia, pois minha avó havia se mudado para lá naquele ano, e fomos visitar pela primeira vez a sua casa nova. Ela morava sozinha, pois meu avô Aluízio, já havia partido há muitos anos.
Estava sentada ao lado de minha mãe, e Henry estava no banco de trás, com um cara gordão que ocupava o banco dele inteiro e metade do banco do lado. O mais engraçado era que o cara dormiu a viagem toda roncando alto, e Henry mandou uma mensagem de texto no celular da minha mãe, dizendo que ele tinha bafo. Resolvi dormir a viagem inteira por que minha mãe insistiu em me fazer sentar na janelinha, apesar de saber que eu morro de medo de altura.
Quando acordei, nós já estávamos pousando, e senti um frio horrível na minha barriga. Parecia que eu estava numa descida de montanha russa. Foi a pior sensação de toda a viagem. Eu sabia que todo aquele meu enjoo era exagero. Talvez eu fosse muito sensível a isso.
Minha mãe percebeu que o meu rosto se contorcia numa expressão de dor.
- Luiza, você está passando bem? – Ela disse, afagando meus cabelos.
- Não, mãe, acho que eu vou vomitar.- eu disse pegado o saquinho que ficava na traseira do banco da frente, que servia exatamente pra isso.
Em menos de meio segundo, não aguentei. Quando menos esperava, o meu café da manhã já estava lá dentro.
Quando descemos do avião e chegamos ao aeroporto da cidade, a minha avó já estava nos esperando sentada em um dos bancos, fazendo os seus famosos bordados.
Percebi que ela não mudara nada desde a última vez em que eu a vi. Seu rosto ainda era jovem, uns traços bonitos, que me lembravam exatamente os traços de minha mãe, acompanhados de olhos verdes que pareciam estar muito satisfeitos em me ver.
- Oi, mãe! – Flávia disparou na minha frente e na do Henry, e foi de encontro à vovó, que se levantou rapidamente para abraçá-la – Minha avó era uma senhora de 66 anos, mas mais parecia que era irmã de minha mãe que tinha apenas 43, se não fosse pelo cabelo grisalho.
- Oi, filha!… Onde é que está a minha neta linda hein? – Ela perguntou, olhando pra mim.
- Vó, eu estou aqui. Você está me vendo! – eu disse timidamente, com um meio sorriso no rosto.
- Claro que estou te vendo! – disse ela, abrindo seu sorriso ainda radiante.
- Vem aqui, Luiza, e me dê um abraço.
Depois que me soltou, ela lançou um olhar frio pra Henry, que, para variar, estava parado feito uma múmia seca do meu lado.
- Olá, Henry. – ela disse, ainda com um olhar quase sem nenhuma expressão. – como tem passado?
- Muito bem, Dona Leila. E a senhora?
- Estou ótima. – ela falou dessa vez mais educadamente.
Pegamos o carro da vovó e fomos até a sua casa que ficava depois de um caminho com muita mata, onde, mesmo com tantas árvores, dava pra ver o brilho da Lua, que estava cheia naquela noite que tinha acabado de começar.
- Minha querida… – disse minha avó se dirigindo a mim. – Se você quiser, amanhã posso te mostrar a Ilha do Cardoso. Na verdade, eu teria que agendar um horário para isso, porque é um lugar fechado para grupos de pesquisadores e excursões escolares. Mas um amigo meu trabalha lá, e sei que ele abrirá uma brechinha. Eu o conheci há dois meses. – disse minha avó cochichando.
- Está bem, vó! – eu disse com mais ansiedade na voz do que o necessário. A idéia de conhecer uma ilha me animava. Pelo menos sabia que não ia ficar o tempo todo dentro de casa.
Começamos a entrar em um lugar cheio de árvores, mas não dava pra ver quase nada, porque a única coisa que iluminava a estrada era o farol do carro. Eu sempre fui muito medrosa com superstições e coisas do gênero, e a mata a noite sempre me deu calafrios. Depois de um certo tempo eu comecei a ouvir o barulho das corujas e dos animais noturnos. A trilha estava mudando agora, havia menos árvores e mais arbustos bem pequenos, e logo mais na frente havia uma fachada de um portão grande e branco, estilo medieval. Era a casa da minha avó.
Entramos. A casa era ligeiramente grande, como eu havia imaginado. O quintal, cheio de pequenos gnominhos e anõezinhos iluminados com uma luzinha branca e fraca para cada um.
Saímos do carro e atravessamos o quintal até uma grande porta de vidro. Minha avó pegou a chave e a abriu.
A sala era toda branca, com moveis prateados e alguns quadros de família pendurados na parede. Isso era uma outra coisa que me apavorava, principalmente se os quadros fossem grandes como os da minha avó, os retratos pareciam te encarar por trás da moldura.
Enquanto minha avó nos levava para o andar de cima, onde ficavam os quartos, reparei nos quadros com fotos de crianças. Olhei para uma das fotos. Era de uma garotinha que aparentava ter uns cinco ou seis anos e se parecia muito comigo. Mas a foto parecia muito antiga para ser minha. Sua definição era meio amarelada, então não podia ser eu, a menos que minha avó não limpasse aquele quadro há mil anos. A sua moldura era uma das mais bonitas de todas que haviam no corredor. Parecia ser feita de ouro e os desenhos possuíam detalhes tão absurdamente mínimos, que era impossível reparar em todos eles.
- Quem é essa garota, vó? – perguntei sem tirar os olhos da foto.
- Ora, Luiza, essa é a sua mãe. Você era igual ela quando pequena. – minha avó disse sorrindo, como se estivesse se lembrando do passado, e deleitando-se dele. Seus olhos se afundavam no quadro, e uma onda de pensamentos a envolveu. Seu sorriso parecia cada vez mais radiante. As lembranças pareciam ser boas.
Olhei para o corredor para ver se minha mãe ainda estava conosco. Mas ela e Henry já se dirigiam até o final dele, abrindo uma porta e entrando nela, com todas aquelas malas pesadas. Finalmente, minha avó acordou de seus pensamentos e disse – Foi uma boa época… uma boa época… – repetiu e depois suspirou.
- Venha, querida, vou te mostrar o seu quarto.- falou, encostando suas mãos leves e quentes em meu ombro e me guiando.
Ela me levou até o final do corredor, em frente ao quarto onde minha mãe e Henry haviam entrado, e me mostrou uma porta branca e alta.
- Aqui está! Pode entrar. É todo seu! – ela disse quase bocejando.
- Vovó vai dormir. Você deve estar exausta! – falei, tentando girar a maçaneta, mas ela era dura de abrir. Então minha avó estendeu a mão e, sem fazer muito esforço, abriu a porta.
- Obrigada, vó – eu disse desconcertada – agora vá dormir. A senhora se cansou demais hoje.
- Sim querida, boa noite. – ela disse, virando para o outro corredor. Eu abri a porta, e fiquei embasbacada quando vi o tamanho do meu quarto. Acendi a luz para ver melhor. Era muito grande, pelo menos muito maior do que o meu que eu tinha lá em casa. Era uma linda suíte, que parecia ter sido feita pra mim. A cama estava forrada com uma colcha cor-de-rosa bebê que combinava com a cor das paredes. O lustre era feito de gotas de cristal. Havia do lado da cama, uma penteadeira linda, que parecia mais da época dos cavaleiros que eu lia nos meus livros.
Muito bom teu conto! Fiquei com vontade de ler mais. Devo arriscar Gabriela? Desculpe, mas não sei teu nome. Gostei muito da forma que introduziste ao texto, com a cena deslocada do presente. Se é teu primeiro, parabéns.
Escreveste no meu blog me convidando para participar do teu. Eu adoraria, só não sei como. Podemos combinar, é só me escrever: rafael@liberludo.com.br
De toda forma, parabéns pela iniciativa. Quem sabe não fazemos uma parceria entre nossos blogs?
Abraço, Rafael.
http://fantasticocenario.wordpress.com
Gostei da sua forma de escrever, bastante estruturada e clara. Também estou com vontade de ler mais.
Obrigada pelo convite! E continue com o seu conto!
Com carinho, Dumay.
http://dumayisiro.wordpress.com
Olá, você me deixou um recado pedindo que visse ler o seu texto e que fizesse críticas.
Realmente gostei. Achei interessante e, pélo menos, a mim, prendeu a atenção.
Sucesso e não pare de escrever. Com o tempo ficamos ainda melhores e olhe que vc é muito boa.
Beijo
Fala moça
Bom, você mandou… também vim conferir 


Gostei do lance do blog, além de cinéfila também escrevi um livro, você vai descobrir como é lamentável tentar publicar um… Mas enfim, cara gostei do seu jeito de escrever.
Continue com a historia, ficou bem interessante.
Se quiser manter contato pode me adicionar no msn
michelleporto@oi.com.br
Abraços
http://movietips.wordpress.com/
Gostei muito da história agora faltou uma coisa, o final estava querendo saber o desfecho da história se tiver e-mail me manda num comentário no nerd for speed gostaria que você me mandasse uma foto para que eu veja com quem estou falando um abraço e até mais.
Retribuindo a visita. Belo conto, um pouco longo, mas tem qualidade.
gostei. você leva jeito pra coisa, apesar de nossos estilos serem um tanto quanto diferentes, podemos manter contato entre nossos blogs.
O começo está bom, logo irei ler a sequencia, mantenha a linha, senão acaba virando o clichê “crepúsculo” da vida.
hahaha
1 beijo
john~
http://lendasdoexilio.wordpress.com
Olá..
Adorei o que li.. o seu livro esta muito bem iniciado. Quando estiver com ele pronto, tem alguns sites que fazem a publicação de graça, por venda de demanda. Depois se tiver interesse em divulgar, entre em contato através do meu e-mail.
Abraços e Sucesso Sempre…
douglas.b.s.f@gmail.com
Parabéns!
A história ficou muito boa.
Tocante. Você sabe lidar com o sentimento humano ^^v
Obrigada pela visita. Pode deixar, estarei acompanhando a história.
Espero mais visitas suas no meu blog também!
beijos
http://apenasumavez.wordpress.com
Olá!
Retribuindo a visita. Continue, o caminho é longo, mas vale a pena.
Bejos e Sucesso
Obrigado pelo convite.
Li seu texto; espero a continuação.
Boa sua iniciativa de unir tantas pessoas.
Escreva sempre
Escreva-me sempre.
Oi! Tudo bem?
Obrigada pelo convite, vou acompanhar sua história.
Achei muito bacana essa forma de divulgar seu romance (pretende torná-lo um livro?).
Eu escrevo críticas de cinema, de livros e ficção em geral no meu blog. Aliás você visitou o antigo, mas eu perdi a senha dele hehe.
Você pode visitar meu blog atual onde eu tenho os posts antigos e outros mais novos
Também sou roteirista, em breve vou postar as minhas histórias lá no blog e se quiser lê-las fica a vontade.
http://www.jessicabalbuena.com/
Beijos,
nos falamos
Olá, obrigado por ter chamado minha atenção em um dos meus blogs cheios de defeitos e desfazer.
Parece que você quer escrever um livro, olha vai fundo, pois essa história é e tem sinal de sucesso.
Também estou escrevendo um livro, mas pra terminar, não sei… Mas estou escrevendo…
Boa sorte, e me mantenha informado.
O meu blog oficial é nesse endereço:
http://webertymoreira.wordpress.com/
Gostei do conto!
Você escreve bem^^
espero que você continue frequentando o meu blog, e claro, espero pela continuação!
Abraços.
Parabéns pela narrativa. Como você pediu uma crítica, lá vai os comentários de um “crítico menor”: (risos)
Bem esclarecido, vocabulário acessível, história frutífera e condução narrativa fluente. Boa escolha na 1ª pessoa. Só que como é fragmentado, se perde a expectativa. Mas esperemos pela sequência.
Quanto ao meu blogue, linka ele no seu que faço o mesmo.
http://www.portugueslegal.com
Obrigado!
Olá eu vim visitar como pediu e realmente adorei. Parabens você é otima, continue escrevendo que sempre estarei por aqui lendo. Precisando de uma ajuda de amiga é só contar comigo. Beijos
http://espiritualidadeamorpsicologia.wordpress.com
Ficou bem legal…vamos ver a continuação….não pode nunca perder o enredo…
Continuarei acompanhando…
Passe lá mais vezes…
Bjo
Boa noite! Li e gostei e penso que você é um prosador nato. Você vai seguramente crescer e poder publicar seus livros. Continue por favor que o enredo precisa de si e o leitor também. Abraço luso-brasileiro. Viva o Brasil!
Olá @gabpattz! Desde já obrigado por seu comentario lá no blog do Rapsodia e me desculpe por demorar a responder. É q nos ultimos dias estamos envolvidos com a organização de um evento e alguns outros assuntos e isso ta tomando bastante tempo nosso.
Infelizmente não faço mais parte do projeto Rapsodia, mas ainda gosto de elfos e acredito que o idealizador do projeto ainda vá continua-lo assim q possivel.
Eu já copiei sua istoria para um arquivo de world e assim q possivel leio e volto aki no seu blog pra dar minha opnião.
Mais uma vez obg!
Obrigado por ter comentado no meu blog. Consigo perceber que você escreve muito bem, meus parabéns por sua história!
Já que escreve bem, convido-a a participar da promocao “Alice e suas novas aventuras” de meu blog : http://mestredasresenhas.wordpress.com/2010/04/23/lojadoaltivoblogdasresenhas-alice/
Ganha a nova edicao da Zahar aquele que escrever a melhor nova aventura de Alice.
Esta promocao é uma parceria entre a Loja do Altivo e o Blog das Resenhas.
Meus Parabéns novamente.
Atenciosamente,
Victor
Gostei do que li.
Vim retribuir a visita que fez ao meu blog, atendendo ao convite que me fez para visitar o seu.
Não sei que idade tem, para poder fazer um juízo de valor mais correcto, mas gostei da sua narrativa. Prendeu-me ao monitor, com vontade de saber como seria o final.
Continue a escrever. Espero que realize o seu sonho de publicar um livro.
Até à próxima.
Um bejinho português,
http://www.playcnsf.wordpress.com
muito legal esse “-trecho-” de seu conto, pois sei que irá escrever mais…
voce tem um talento incrivel e se fosse voce apostaria nele.!
abraços e boa Sorte!!
que Deus te abençoe nessa sua “carreira” de escritora…
Simplesmente PERFEITOOOOO!!!
Adoreeeei!!
^^
adicionarei!
Tu escreve muito bem,
linguagem humana.
Muito bom, tu tem futuro, muito futuro.
Visita o meu blog e deixa um comentário, se te agradar alguma coisa.
Gostei da sua forma de escrever, bastante estruturada e clara. Também estou com vontade de ler mais.
Obrigada pelo convite! E continue com o seu conto!
Com carinho, Nicolle,te amo !!!!
Olá G.
Estou de licença:) da Internet e dos blogas, mas vi e li seu comentário agora e corri para cá. Gostei muito da desenvoltura da escrita e articulaçao narrativa.
Parabés e um brijo
Meg
Muito bem elaborada a trama! Depois lerei os demais textos!!! Paz extrema!!!
Otimo texto. Adorei, muito bem escrito. Parabéns o/
Você pediu que viesse e aqui estou! Gostei muito do seu conto, bem criativo e bem emocionante também. A única coisa que achei foi q
Você pediu que viesse e aqui estou! Gostei muito do seu conto, bem criativo e bem emocionante também. A única coisa que achei foi que ficou grande! Não o conto, mas quando o post é muito grande acaba cansando e pessoa que está lendo, então minha dica é que você post aos poucos, até porque isso daria pra saber se está despertando a atenção das pessoas para sua história. Do mais, está tudo ótimo! Gostei muito, parabéns!
Gostei muito do teu estilo de escrever, detalhista e sutil, continue assim repartindo suas estórias e histórias conosco, abraços D.L.
Fofinho, adorei, muito massa mesmo!
Só q vc poderia ter repartido maiss ele, colocando tipo uma parte por dia, com alguma imagem, fica melhor de ler.
Mais ta massa!
Bjs
Lá vai a crítica, já tive blog de webnovela, webmovie ou rotule como quiser… primeiro passo, o começo deve mais ou menos propor como será a história e eu realmente não li tudo porque é um texto muito extenso… diminua os posts, é muito melhor mais leitores que gostem de verdade, do que poucos e fiés que ficam com preguiça de ler. BEIJOS!
po, obrigada pelo comentário no meu blog, fico feliz que tenha gostado! – li seus textos, muito bons de verdade;
Olá…
Vc passou no meu blog para pedir q eu lesse seu texto. E eu o fiz e me encantei por ele. Estou na mesma situação q a sua pois tb sou jovem e estou escrevendo um livro, que está ainda na metade. mas adorei e indiacrei para algum editor caso tenha a opurtunidade.
Obrigado]
Abraço
Vinicius b
Oláa recebi sua visita no blog que eu tenho com as minhas amigas, eu sou a Janaína (a loirinha da foto), eu também adoro escrever e tenho muitas produções, só que não consigo de nenhuma maneira publica-las, o que me chateia muito,mas adorei o seu conto, temos uma maneira de escrever muito parecida…=D
Vamos fazer uma parceria entre os blogs? O meu é http://gabijanajaque.wordpress.com/
Beijoos até mais!
Olá!! Vim aqui dar uma lidinha no seu conto! Achei muito bom… parabéns!!!
com certeza voltarei para ler o restante…
Beeejios**
Olá, recebi o convite para visitar seu blog, e aqui estou.
Muito interessante o conto, e se voce gosta de escrever, escreva muito e sempre!
Abraço.
Fala menina
Lembrei do seu blog, você que gosta tanto de escrever da uma olhada eu vou conseguir publicar meu livro 


http://movietips.wordpress.com/
Espero que também a sua historia vire livro
Você compra o meu que eu compro o seu
Da uma conferida lá
Abraços
oi, gostei muito da historia, parabéns, continue assim
se eu fosse você seguiria em frente com ele, você tem talento…
eu tamebeim
eu gostei de historiaThe fiction world